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31 mar
O ator espanhol Antonio Banderas é o novo Embaixador da Boa Vontade do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD. Ele junta-se ao centroavante brasileiro Ronaldo Nazário, ao atacante de Costa do Marfim Didier Drogba,
ao ex-jogador francês Zinédine Zidane, à tenista russa Maria Sharapova, à atriz japonesa Misako Konno e ao príncipe norueguês Haakon Magnus na tarefa de usar seu reconhecimento internacional em prol do combate à pobreza e do avanço nos ODM (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio).
O ator espanhol é a sétima personalidade convidada para a função; ele pretende ajudar o combate à pobreza na África e na América Latina. “Por seu compromisso evidente com as causas dos menos favorecidos, [Banderas] é um defensor perfeito de nosso trabalho”, afirmou a administradora internacional do PNUD, Helen Clark.
Banderas disse que se dedicará especialmente a promover os ODM na África e na América Latina.
“A pobreza nos priva de nosso potencial como pessoas, impedindo-nos de ser o que podemos ser. Por isso é tão importante mobilizar todos os nossos esforços para vencê-la, especialmente se atualmente contamos com os conhecimentos, as ferramentas e os recursos para conseguir isso”, declarou o ator, que se destacou em filmes tão diversos como “Mulheres à beira de um ataque de nervos” (1988), “Filadélfia” (1993), “Evita” (1996), “Frida” (2002) e “A Lenda do Zorro” (2005), e ainda fez a voz do Gato de Botas na série de desenhos “Shrek”.
Nascido em 1960 na cidade de Málaga (sul da Espanha), o artista também pretende disseminar informações sobre o Fundo para o Alcance dos ODM, um mecanismo criado a partir de uma doação de US$ 710 milhões do governo espanhol às Nações Unidas que tenta acelerar o cumprimento dos Objetivos do Milênio.
Fonte: PNUD/Divulgação da PrimaPagina
24 mar
No dia 27 de março, apague todas as luzes em sua casa, trabalho ou escola por uma hora, das 20h30 às 21h30 horas.
21 mar
No dia 21 de março, celebra-se o dia internacional pela eliminação da discriminação racial. A data foi instituída pela ONU em homenagem aos homens, mulheres e crianças que, no ano de 1960, foram massacrados pela polícia da África do Sul, durante um protesto pacífico.
Eles protestavam contra a lei do passe, que obrigava a todas as pessoas a andarem com cartões de identificação que estabeleciam locais nos quais podiam ou não passar e/ou frequentar. A repressão brutal da polícia resultou em 69 mortos e 186 feridos, entre homens, mulheres e crianças. Leia Mais
21 mar
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